O que uma coisa tem a ver com a outra? Aparentemente nada, não fossem as palavras imbecis e desmedidas do "chefão" da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, em entrevista a imprensa inglesa, falando de sua admiração por regimes totalitários e sua profunda simpatia por Hitler, que segundo ele, coitado, teria sido "levado" a fazer coisas que talvez não quisesse.
Eu estou pasma. Não pelo que este senhor sem cérebro diz, e não que o que diga importe para alguém, mas pelo fato de que ainda existe gente ouvindo este tipo de pessoa. Não seria o caso de todos os jornalistas presentes se levantarem e irem embora, deixando este idiota falando sozinho?
Não sei se ele fala assim para chamar a atenção e dar uma de polêmico. Não sei se realmente ele é fã do nazismo, coisa que amarguradamente ainda existe neste planeta, mas a questão para mim importante é: por que dar ouvidos???
Lá no meio da entrevista ele fala que na África se passa fome e não fazemos nada, e outras provocações do tipo. Quem não faz nada é ele, que é milhardário e não sei se ajuda em alguma coisa. Como é possível acreditar em um estúpido nascido em berço de ouro que só sabe vomitar indecências?
Pois é indecência falar em nazismo hoje em dia. Em que pessoas têm acesso a informação de uma maneira que nunca tiveram, em que a notícia não leva mais do que segundos para chegar até nós, em que os satélites desnudam o cotidiano de pessoas que são importantes, em governos, em países distantes. Época perigosa, a nossa. Mas também cheia de possibilidades de conhecimento e reflexão que nunca tivemos, fechados em nossos mundinhos.
O Advento da Segunda Guerra, assim como todas as guerras, do passado e de todas as partes, ultrajou a dignidade da humanidade. E marcou profundamente a vida de milhões de pessoas, sejam elas americanas, russas, alemãs, japonesas ou mesmo brasileiras. O sofrimento foi enorme para todos. Levaram-se décadas para recuperar o que foi destruído em cinco anos. E no quesito moral, nunca se recuperou nada, o dano foi irreparável e gera desdobramentos até hoje, idos mais de sessenta e cinco anos.
Eu queria ver este senhor, que se presta ao ridículo, sair do seu confortável apartamento em Londres e ir a Berlim, em plena praça pública, e repetir o que disse.
De qualquer forma, o mundo precisa repudiar essas idéias com veêmencia, principalmente quando são propagadas por pessoas que têm uma certa projeção social, como no caso deste infeliz.
Nós não queremos mais racismo, segregação, holocausto, violência, destruição, morte. Chega. E ele que vá dormir, que o que lhe falta é sono.
Leia a entrevista da Época.
Eu estou pasma. Não pelo que este senhor sem cérebro diz, e não que o que diga importe para alguém, mas pelo fato de que ainda existe gente ouvindo este tipo de pessoa. Não seria o caso de todos os jornalistas presentes se levantarem e irem embora, deixando este idiota falando sozinho?
Não sei se ele fala assim para chamar a atenção e dar uma de polêmico. Não sei se realmente ele é fã do nazismo, coisa que amarguradamente ainda existe neste planeta, mas a questão para mim importante é: por que dar ouvidos???
Lá no meio da entrevista ele fala que na África se passa fome e não fazemos nada, e outras provocações do tipo. Quem não faz nada é ele, que é milhardário e não sei se ajuda em alguma coisa. Como é possível acreditar em um estúpido nascido em berço de ouro que só sabe vomitar indecências?
Pois é indecência falar em nazismo hoje em dia. Em que pessoas têm acesso a informação de uma maneira que nunca tiveram, em que a notícia não leva mais do que segundos para chegar até nós, em que os satélites desnudam o cotidiano de pessoas que são importantes, em governos, em países distantes. Época perigosa, a nossa. Mas também cheia de possibilidades de conhecimento e reflexão que nunca tivemos, fechados em nossos mundinhos.
O Advento da Segunda Guerra, assim como todas as guerras, do passado e de todas as partes, ultrajou a dignidade da humanidade. E marcou profundamente a vida de milhões de pessoas, sejam elas americanas, russas, alemãs, japonesas ou mesmo brasileiras. O sofrimento foi enorme para todos. Levaram-se décadas para recuperar o que foi destruído em cinco anos. E no quesito moral, nunca se recuperou nada, o dano foi irreparável e gera desdobramentos até hoje, idos mais de sessenta e cinco anos.
Eu queria ver este senhor, que se presta ao ridículo, sair do seu confortável apartamento em Londres e ir a Berlim, em plena praça pública, e repetir o que disse.
De qualquer forma, o mundo precisa repudiar essas idéias com veêmencia, principalmente quando são propagadas por pessoas que têm uma certa projeção social, como no caso deste infeliz.
Nós não queremos mais racismo, segregação, holocausto, violência, destruição, morte. Chega. E ele que vá dormir, que o que lhe falta é sono.
Leia a entrevista da Época.







