
E assim caminhamos. Para você, leitora e leitor que me honram com suas presenças neste espaço, algumas considerações.
Sou espírita, médium de psicofonia no grupo de desobsessão da Fraternidade Auta de Souza. Grupo de amigos, de ontem, que se reunem hoje, a fim de resgatar os erros do passado em serviço, conviver e aprender a doce doutrina do Rabi de Nazaré.
A desobsessão é um trabalho maravilhoso. Mostra como pessoas comuns, como nós mesmos, podemos um dia cair nas malhas traiçoeiras da vingança, da fúria, do apego. Irmãos que chegam necessitados apenas de um ombro amigo e de uma palavra de conforto, nada mais, para poderem se reeguer e seguir adiante na jornada da evolução espiritual.
Durante os quase cinco anos que participo deste grupo, muitas e tantas alegrias se seguiram, no conhecimento da Doutrina, na união da nossa turma, que tem atravessado as tempestades da vida contando uns com os outros.
Mas ainda mais especial é o contato com os mentores maravilhosos, espíritos adiante de nós, que voltam seus passos no caminho para nos ajudar, nos esclarecer, nos buscar, enfim...
Dentre todos eles (e elas) adoráveis pessoas, cada um com seus jeitos, de ser, de falar, de dar bronca, meu mais querido é o padre William. No dia em que ele chegou, imediatamente conquistou nossos corações, diante do seu drama pessoal e principalmente pela imensa alegria que ele demonstrou em estar conosco, e de estar chegando ao Brasil.
Um homem que foi padre na Irlanda, (terá sido mera coincidência? Não, com certeza.) que um dia se cansou da monotonia do convento onde vivia, e decidiu viver a vida monástica do jeito mais difícil, ou seja, ao lado das criaturas sofredoras, e não na clausura.
Na sua coragem de abandonar as regras, ele me diz no fundo do coração que é preciso estar sempre mudando, evoluindo, abandonando o que não serve mais, progredindo.
Com ele, nosso grupo passou a recepcionar os soldados mortos na Segunda Guerra, de muitas nacionalidades. Irmãos que deixaram seus corpos cansados nos campos de batalha da Europa, da África, do Japão. Com ele, formamos caravanas de socorro a estes irmãos, e a todos os que de alguma maneira sofreram na pele os horrores da guerra. Professores, donas de casa, engenheiros, mineiros, artistas, jovens e velhos, muitos judeus que estavam em campos de concentração, camponeses e muitas pessoas comuns, cuja vida foi arrasada pela violência, pela miséria e pela intolerância. Alemães, ingleses, russos, thecos, poloneses, italianos, brasileiros. Todos retornando e se reencontrando na Pátria Espiritual, agora em paz.
Há quase cinco anos este trabalho vem sendo feito. Segundo o querido mentor, será preciso muito mais que um século para que todas as pessoas que ainda permanecem lá sejam resgatadas. Presas no tempo, que parou, por causa da dor, da loucura, do desespero. Que não sabem que já mudaram de dimensão, ou sabem mas continuam estáticos no mesmo cenário, como se estivessem dentro de um filme, do qual não conseguem sair, gerando uma atmosfera mental sufocante que somente aos poucos se dissipa na Europa e nos outros palcos de batalhas.
Pelo amor desse espírito alegre, soubemos ter sido o Brasil escolhido pelo Plano Maior para receber estes milhões de almas atormentadas. Ao longo da costa brasileira, nas montanhas cercadas de cachoeiras, no meio da floresta amazônica, estão montados postos de socorro, hospitais e centros de recuperação onde eles descansam, renovam as energias para continuar a vida, agora no presente, aprendem e se informam, e muitos deles já em condições melhores, compartilham conosco o mesmo trabalho.
Na nossa mísera condição espiritual, de pequeníssimos colaboradores da Seara do Cristo, foi emocionante saber que toda essa movimentação do Plano Superior partiu das ordens da nossa amada Maria, espírito angélico, que das esferas celestiais disse "chega de sofrimento", e assim iniciou-se a mais gigantesca "operação de guerra" desde o dia D. Amparando de perto as missões na Terra, ela e uma plêiade de espíritos de envergadura espiritual que nem podemos imaginar...Rainha Isabel, de Portugal, que pelas suas ligações afetivas com a Europa continua seu trabalho abnegado começado lá na Idade Média, e outros do mesmo calibre.
Participar disso tudo, com certeza foi uma das maiores emoções da minha vida. Nem sei por que não falei disto aqui antes, talvez ainda não fosse a hora.
Mas o fato é que cada vez mais acredito na destinação celestial do nosso país, que embora castigado e espoliado pela futilidade de seus governantes, ainda será um dia a Pátria do Evangelho.
Assim, sempre há novas orientações para nós, no que toca a este trabalho, sobre as matérias que devemos estudar, a fim de melhor servir aos propósitos dos mentores.
Antenados nesse ideal, as novas diretrizes nos pedem que não se fale mais da guerra aqui. Desde que os espíritos superiores se utilizam de todos os mecanismos e oportunidades disponíveis para espalhar o bem e a luz, não há mais sentido em se falar de guerra. Assim, nenhuma postagem mais sobre ela, que muitas vezes me serviram de estudo sobre uma realidade que me pareceu sempre muito próxima, mas ao mesmo tempo, estranha.
De hoje em diante, este espaço está destinado a falar e a trazer a todos a bondade, a gentileza, a alegria, as cores e as luzes, as palavras boas. Não mais a tristeza da destruição que a humanidade, ainda tão incipiente, tão desastrada no trato consigo mesma e com o planeta, consegue realizar.
Os atos heróicos e de grandeza, de superação, de força moral e resistência ao mal, estes estarão para sempre marcados em nossa memória de maneira indelével. A vida de milhões de pessoas que lutaram contra o lado negro da força, será sempre reverenciada por nós e pelas gerações que virão.
Hoje, novos estudiosos se dedicam a conhecer e compilar documentos da época que estavam até então, "fora" da História. Prevê-se que, num futuro próximo, muitas das verdades e mitos do maior conflito da humanidade, terão mudado, e trarão novas perspectivas de entendimento.
A humanidade caminha, embora lentamente, rumo ao respeito da diversidade, seja ela econômica, social ou religiosa. Os ditadores estão com seus dias contados. Futuramente, seremos um só povo, que apenas mora em lugares diferentes do mesmo planeta, mas que, embora com culturas diferentes, reverencia a justiça, a equidade, o respeito, a nobreza de ideais, a alegria de desfrutar das bênçãos da mãe Terra por muitas gerações ainda.
Este não é realmente um pensamento adorável? Que vale a pena? Espero que você concorde comigo, talvez você não creia em nada do que eu disse aqui, mas não importa. Importa somente que possamos compartilhar nossas experiências no rumo a uma história mais feliz para todos.
Que os anjos digam amém.

Sou espírita, médium de psicofonia no grupo de desobsessão da Fraternidade Auta de Souza. Grupo de amigos, de ontem, que se reunem hoje, a fim de resgatar os erros do passado em serviço, conviver e aprender a doce doutrina do Rabi de Nazaré.
A desobsessão é um trabalho maravilhoso. Mostra como pessoas comuns, como nós mesmos, podemos um dia cair nas malhas traiçoeiras da vingança, da fúria, do apego. Irmãos que chegam necessitados apenas de um ombro amigo e de uma palavra de conforto, nada mais, para poderem se reeguer e seguir adiante na jornada da evolução espiritual.
Durante os quase cinco anos que participo deste grupo, muitas e tantas alegrias se seguiram, no conhecimento da Doutrina, na união da nossa turma, que tem atravessado as tempestades da vida contando uns com os outros.
Mas ainda mais especial é o contato com os mentores maravilhosos, espíritos adiante de nós, que voltam seus passos no caminho para nos ajudar, nos esclarecer, nos buscar, enfim...
Dentre todos eles (e elas) adoráveis pessoas, cada um com seus jeitos, de ser, de falar, de dar bronca, meu mais querido é o padre William. No dia em que ele chegou, imediatamente conquistou nossos corações, diante do seu drama pessoal e principalmente pela imensa alegria que ele demonstrou em estar conosco, e de estar chegando ao Brasil.
Um homem que foi padre na Irlanda, (terá sido mera coincidência? Não, com certeza.) que um dia se cansou da monotonia do convento onde vivia, e decidiu viver a vida monástica do jeito mais difícil, ou seja, ao lado das criaturas sofredoras, e não na clausura.
Na sua coragem de abandonar as regras, ele me diz no fundo do coração que é preciso estar sempre mudando, evoluindo, abandonando o que não serve mais, progredindo.
Com ele, nosso grupo passou a recepcionar os soldados mortos na Segunda Guerra, de muitas nacionalidades. Irmãos que deixaram seus corpos cansados nos campos de batalha da Europa, da África, do Japão. Com ele, formamos caravanas de socorro a estes irmãos, e a todos os que de alguma maneira sofreram na pele os horrores da guerra. Professores, donas de casa, engenheiros, mineiros, artistas, jovens e velhos, muitos judeus que estavam em campos de concentração, camponeses e muitas pessoas comuns, cuja vida foi arrasada pela violência, pela miséria e pela intolerância. Alemães, ingleses, russos, thecos, poloneses, italianos, brasileiros. Todos retornando e se reencontrando na Pátria Espiritual, agora em paz.
Há quase cinco anos este trabalho vem sendo feito. Segundo o querido mentor, será preciso muito mais que um século para que todas as pessoas que ainda permanecem lá sejam resgatadas. Presas no tempo, que parou, por causa da dor, da loucura, do desespero. Que não sabem que já mudaram de dimensão, ou sabem mas continuam estáticos no mesmo cenário, como se estivessem dentro de um filme, do qual não conseguem sair, gerando uma atmosfera mental sufocante que somente aos poucos se dissipa na Europa e nos outros palcos de batalhas.Pelo amor desse espírito alegre, soubemos ter sido o Brasil escolhido pelo Plano Maior para receber estes milhões de almas atormentadas. Ao longo da costa brasileira, nas montanhas cercadas de cachoeiras, no meio da floresta amazônica, estão montados postos de socorro, hospitais e centros de recuperação onde eles descansam, renovam as energias para continuar a vida, agora no presente, aprendem e se informam, e muitos deles já em condições melhores, compartilham conosco o mesmo trabalho.
Na nossa mísera condição espiritual, de pequeníssimos colaboradores da Seara do Cristo, foi emocionante saber que toda essa movimentação do Plano Superior partiu das ordens da nossa amada Maria, espírito angélico, que das esferas celestiais disse "chega de sofrimento", e assim iniciou-se a mais gigantesca "operação de guerra" desde o dia D. Amparando de perto as missões na Terra, ela e uma plêiade de espíritos de envergadura espiritual que nem podemos imaginar...Rainha Isabel, de Portugal, que pelas suas ligações afetivas com a Europa continua seu trabalho abnegado começado lá na Idade Média, e outros do mesmo calibre.
Participar disso tudo, com certeza foi uma das maiores emoções da minha vida. Nem sei por que não falei disto aqui antes, talvez ainda não fosse a hora.
Mas o fato é que cada vez mais acredito na destinação celestial do nosso país, que embora castigado e espoliado pela futilidade de seus governantes, ainda será um dia a Pátria do Evangelho.
Assim, sempre há novas orientações para nós, no que toca a este trabalho, sobre as matérias que devemos estudar, a fim de melhor servir aos propósitos dos mentores.
Antenados nesse ideal, as novas diretrizes nos pedem que não se fale mais da guerra aqui. Desde que os espíritos superiores se utilizam de todos os mecanismos e oportunidades disponíveis para espalhar o bem e a luz, não há mais sentido em se falar de guerra. Assim, nenhuma postagem mais sobre ela, que muitas vezes me serviram de estudo sobre uma realidade que me pareceu sempre muito próxima, mas ao mesmo tempo, estranha.
De hoje em diante, este espaço está destinado a falar e a trazer a todos a bondade, a gentileza, a alegria, as cores e as luzes, as palavras boas. Não mais a tristeza da destruição que a humanidade, ainda tão incipiente, tão desastrada no trato consigo mesma e com o planeta, consegue realizar.
Os atos heróicos e de grandeza, de superação, de força moral e resistência ao mal, estes estarão para sempre marcados em nossa memória de maneira indelével. A vida de milhões de pessoas que lutaram contra o lado negro da força, será sempre reverenciada por nós e pelas gerações que virão.
Hoje, novos estudiosos se dedicam a conhecer e compilar documentos da época que estavam até então, "fora" da História. Prevê-se que, num futuro próximo, muitas das verdades e mitos do maior conflito da humanidade, terão mudado, e trarão novas perspectivas de entendimento.
A humanidade caminha, embora lentamente, rumo ao respeito da diversidade, seja ela econômica, social ou religiosa. Os ditadores estão com seus dias contados. Futuramente, seremos um só povo, que apenas mora em lugares diferentes do mesmo planeta, mas que, embora com culturas diferentes, reverencia a justiça, a equidade, o respeito, a nobreza de ideais, a alegria de desfrutar das bênçãos da mãe Terra por muitas gerações ainda.
Este não é realmente um pensamento adorável? Que vale a pena? Espero que você concorde comigo, talvez você não creia em nada do que eu disse aqui, mas não importa. Importa somente que possamos compartilhar nossas experiências no rumo a uma história mais feliz para todos.
Que os anjos digam amém.








É, minha querida irmã em Cristo: 'Talvez não fosse a hora' mesmo...
Que alegria ler seu post, compreender cada palavra ali escrita e descobrir por que é que não queres sair de nosso país!
Eu tb creio no futuro do Brasil espiritual, e sei que a VITÓRIA já é de Jesus, não sem o trabalho árduo de irmãos unidos na luta, não sem arregaçarmos as mangas,cada um de seu jeito, mas a fé e a esperança têm que ser nossas companheiras e amigas!
Andei com vontade de rever os conteúdos dos meus posts tb,que por ser um projeto de escola acabou que foi ficando muito sem espiritualidade e não combinando comigo...
Já que luto para que meus alunos façam adormecer palavras como guerra, prisão, sofrimento, e acordar paz, alegria, luz, liberdade, não tem sentido postar tudo isso no vazio, sem testemunho...
Bjs, força na tua luta, e gracias por me alentar (e alertar!) tb!
Paula, vim visitar seu blog, uma graça, cheio de energia, informação e muito pético....adorei,
bjs
Paula Pacheco
Lindo post, amiga!! Amém!
Paula,
por onde andas, menina?
Tem gente com saudade de ler tuas postagens boas e edificantes!
Não suma, por favor...
Meninas, obrigada pelo carinho...tô aqui, meio atarefada, mas volto em breve!